segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fatos Isolados

Sóbria, sensata, realista. Voo sem tirar os pés do chão. Diferente sim, vivo na margem de erro. Converso com gatos, cães, comigo mesma e com os outros, nessa ordem de preferência. Falo muito, mas raramente perco uma chance de ficar quieta.

Tenho futilidades, embora poucas. Passo semanas sem ligar a televisão. Viajo, construo hipóteses, leio menos do que deveria e, embora eu me baste, gosto de ter amigos.

Não possuo uma mente brilhante, mas reconheço e humildemente valorizo a genialidade alheia.

Viajar sem sair do lugar

Há quem diga que para fazer uma boa viagem, basta ter em mãos um bom livro.
A literatura, quando bem construída, é capaz de criar cenários e despertar os mais sublimes sentimentos, assim como os mais obscuros, na mente de uma pessoa sã. A literatura, pinturas, músicas e afins funcionam como ignição e combustível para nossa imaginação.
Aqueles que têm uma imaginação fértil estão sempre de bem, enxergam além dos problemas e ignoram a monotonia. As crianças são bons exemplos.
Desde a idade da pedra, o ato de imaginar já se mostrava presente na cabeça das pessoas. Um pouco mais tarde, criavam-se histórias para a origem das coisas. A humanidade evoluiu (e vem evoluindo) motivada pela curiosidade, e esta está sempre plena de imaginação.
Não deixe de ser feliz prendendo-se apenas nos problemas. Imaginar traz leveza para a vida das pessoas e isso muitas vezes nos motiva a viver e vencer as dificuldades sem passar a fazer parte delas.
Respeitem o equilíbrio entre o imaginar e o foco, o pé no chão, mas nunca deixe de imaginar.

Introdução

Eu não sou qualquer ser que se vê por aí.
Eu sou diferente. Não... Eu sou a diferença.
A adaptação passou a fazer parte de mim, assim como a capacidade de prender a atenção das pessoas. Talvez um dom ou uma habilidade adquirida por necessidade.
Sozinho, aprendi que a vida é um presente para vocês provarem que são capazes de crescerem e, assim, viverem. Encaro cada dificuldade, cada obstáculo, como portas a serem abertas e assim aconselho que vocês o façam.
Sem o direito de fazer escolhas, uso a intuição para penetrar nos pensamentos das pessoas certas, aquelas que conseguem entender as coisas por sua essência e não pelas aparências. Pois, infelizmente, vivemos em um mundo de aparências, de superfícies.
Para convencer, eu mostro o que quero mostrar, mas em um formato no qual meu alvo aceite/entenda (nem todos têm a mesma capacidade de adaptação tal como a minha). De que adianta tentar conversar com um russo falando persa? O certo para um, pode ser o errado para o outro, por isso me cuido para pescar com o anzol certo, para não perder o peixe. Não por submissão ao ouvinte, mas para não desperdiçar o merecimento do alvo de sê-lo.
 
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